sexta-feira, 24 de abril de 2009

Poema de Manuel Alegre do 25 de Abril de 1974

Foram dias foram anos a esperar por um só dia.Alegrias. Desenganos. Foi o tempo que doía com seus riscos e seus danos. Foi a noite e foi o dia na esperança de um só dia.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Revolução dos cravos

“Revolução dos Cravos” é o nome dado ao golpe de estado militar que derrubou, num só dia, sem grande resistência das forças leais ao governo - que cederam perante a revolta das forças armadas - o regime político que vigorava em Portugal desde 1926.

O levantamento, também conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial.

Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português (denominando-se "Dia da Liberdade" o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).


Editado da URL: http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_dos_Cravos

O 25 de Abril


Os acontecimentos deste dia revelam que o Movimento das Forças Armadas estava organizado e que era mais do que uma organização corporativista. Os miltares da Revolução preconizaram um momento da História Portuguesa, com milhares de outros protagonistas anónimos.Situações impossíveis apenas 24 horas antes, marcaram os derradeiros momentos do Estado Novo. Imaginemos o Terreiro do Paço entre as 8 e as 11 da manhã, o Largo do Carmo ao meio-dia, e, mesmo, a tensão vivida na António Maria Cardoso durante toda a tarde.Foi a Revolução dos Cravos.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Poema de Luis de Camoes

Senhora minha, se de pura inveja

Senhora minha, se de pura inveja
Amor me tolhe a vista delicada,
A cor, de rosa e neve semeada,
E dos olhos a luz que o Sol deseja,

Não me pode tolher que vos não veja
Nesta alma, que ele mesmo vos tem dada,
Onde vos terei sempre debuxada,
Por mais cruel inimigo que me seja.

Nela vos vejo, e vejo que não nasce
Em belo e fresco prado deleitoso
Senão flor que dá cheiro a toda a serra.

Os lírios tendes nu~a e noutra face.
Ditoso quem vos vir, mas mais ditoso
Quem os tiver, se há tanto bem na terra!

Luís de Camões






quarta-feira, 1 de abril de 2009

Não queiram "matar" ninguem 1º Abril

Hoje dia 1 de Abril é um dia especial para pregar partidas e mentiras aos outros para todos nos rirmos um bocadinho dos sustos e enganos que causámos.

É uma bela altura para pôr sal no açucareiro e açúcar no saleiro, é dia de pregar partidas para nos divertirmos, porque pregar partidas por maldade, é ser mau.

Quatro regras para as partidas do Primeiro de Abril:

1 - Não se pode magoar ou fazer mal à pessoa.
2 - A vítima tem de acreditar (ou não estar nada à espera).
3 - A vítima, quando descobre, tem pelo menos de sorrir.
4 - Nessa altura tem de se gritar: "1º de Abril!".


Editado da URL: http://web.educom.pt/paulaperna/1_abril_1.htm

segunda-feira, 30 de março de 2009

Bibliografia de Mia Couto

Biografia

Mia Couto nasceu na Cidade da Beira (Moçambique) em 1955, filho de uma família de emigrantes portugueses. Publicou os primeiros poemas no "Notícias da Beira", com 14 anos. Em 1972, deixou a Beira e partiu para Lourenço Marques para estudar Medicina. A partir de 1974, começou a fazer jornalismo, tal como o pai. Com a independência de Moçambique, tornou-se director da Agência de Informação de Moçambique (AIM). Dirigiu também a revista semanal "Tempo" e o jornal "Notícias de Maputo".

Em 1985 formou-se em Biologia pela Universidade Eduardo Mondlane. Foi também durante os anos 80 que publicou os primeiros livros de contos. Estreou-se com um livro de poemas, "Raiz de Orvalho" (1983), só publicado em Portugal em 1999. Depois, dois livros de contos: "Vozes anoitecidas" (1986) e "Cada Homem é uma Raça" (1990).Em 1992 publicou o seu primeiro romance, "Terra Sonâmbula". A partir de então, apesar de conciliar as profissões de biólogo e professor, nunca mais deixou a escrita e tornou-se um dos nomes moçambicanos mais traduzidos: espanhol, francês, italiano, alemão, sueco, norueguês e holandês são algumas línguas. Outros livros do autor: "Estórias Abensonhadas" (1994); "A Varanda do Frangipani" (1996); "Vinte e Zinco" (1999); "Contos do Nascer da Terra" (1997); "Mar me quer" (2000); "Na Berma de Nenhuma Estrada e outros contos" (2001); "O Gato e o Escuro" (2001); "O Último Voo do Flamingo" (2000); "Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra" (2002). "O Fio das Missangas" (2004) é o seu último livro de contos.

Em 1999 foi vencedor do prémio Vergílio Ferreira pelo conjunto da obra, um dos mais conceituados prémios literários portugueses, no valor cinco mil euros, que já premiou Maria Velho da Costa, Maria Judite de Carvalho e Eduardo Lourenço, entre outros. Em 2001, recebeu também o Prémio Literário Mário António (que distingue obras e autores dos países africanos lusófonos e de Timor-Leste) atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian por "O Último Voo do Flamingo" (2000).


http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/mia-couto/mia-couto.php

segunda-feira, 23 de março de 2009

"O mundo fantástico da fantasia"

Era uma vez, num reino lá muito distante, um menino que tinha um sonho, ele sempre sonhou em fazer os outros felizes e que todos entrassem, No Mundo Fantástico Da Fantasia E assim surgiu-lhe a ideia de fazer uma peça de teatro para que todos ficassem felizes e pudessem entrar no seu mundo fantástico da Fantasia. Mandou o seu mensageiro anunciar pelo reino que está a precisar de personagens para a sua peça de teatro. Então,o mensageiro colocou cartazes por todo o reino. O João e o Pedro iam a passar pela taberna do Senhor Joaquim e o João olhou para o cartaz e disse para o João:
- Vamos participar nesta peça?
- Achas mesmo que eu vou participar nessa peça. Isso é mais uma maluqueira daquele menino mimado.-disse o João com um ar irritado.
Mas o Pedro ficou pensando no assunto e foi para casa e perguntou as pais:
- Posso participar na peça que se vai realizar no Castelo?
- Claro que não!!!. disse o pai do Pedro muito irritado.
O pai Pedro não gostava da família que vivia no Castelo. Ele achava que aquela família tinha a mania que eram superiores aos outros. O Pedro triste e cabisbaixo foi dar passeio até que a meio do caminho encontrou o meninno do Castelo que lhe perguntou:
-Queres participar na minha peça de teatro?
- Queria, mas os meus pais não deixam, disse o Pedro, cabisbaixo.
- Mas o teu pai não percisa de saber! Os ensaios são às 7horas no castelo. Se quiseres aparece. - disse o menino
O menino continuou o seu passeio e ficou a pensar no assunto e então nesse dia as sete lá foi para os ensaios, durante uma hora. Quando chegou a casa, o pai perguntou-lhe:
- Onde estiveste?
O Pedro disse-lhe: - Fui dar um passeio!
E isto aconteceu durante uma semana. Até que, no dia anterior ao espectáculo, o menino foi ao último ensaio. O pai dele seguiu-o e quando o viu entrar no castelo ficou muito irritado e foi embora para casa. Quando o Pedro chegou a casa, todo contente, o pai perguntou-lhe:
- Onde fostes?
- Fui ter com o João. - disse o menino ao pai.
-Estás a mentir!!!disse-lhe o pai. E deu-lhe um enorme estalo.
-Mas eu não fiz nada! disse-lhe o menino a chorar.
- Eu vi que foste para o Castelo ensaiar! disse ele ao filho.
-Mas eu só quero participar na peça, disse o menino muito triste.
- Mas agora não vais! Agora vai para o teu quarto estás de castigo.
O menino lá foi para o quarto muito triste e a chorar mas ele não foi a baixo e fugiu pela janela e foi para o espectáculo. O pai foi ao quarto dele para lhe pedir desculpa só que quando chegou ao quarto viu que ele não estava e ficou muito furioso e então pegou e foi a correr para o Castelo e quando lá chegou viu o fillho a representar e viu que ele tinha muito talento para representar. O espetáculo tenha sido um sucesso. Então, o menino realizou o seu sonho do mundo Fantástico da Fantasia.