segunda-feira, 8 de junho de 2009

REAVIVANDO A CHAMA [ de Maria Rita Lemos]


Crónica

Assim como acontece com o mar, nossos amores também sentem as oscilações, como as marés que sobem e descem. Em qualquer relacionamento, e aqui estamos falando das relações afetivas, acontecem dias ruins e maravilhosos, maus e bons momentos, tempos de tormenta e calmaria, que se alternam, como também acontece na vida de cada um de nós. No entanto, há períodos em que as coisas parecem mais difíceis, os momentos de tempestade parecem não ter fim; há momentos, enfim, em que aparentemente não resta nada, a não ser cinzas de um amor que um dia foi a luz que iluminou nossa vida.

Nem sempre, porém, o sentimento está morto: ele pode estar muito bem escondido embaixo de uma crise que parece não ter fim. É preciso diferenciar os bons relacionamentos que estão passando por uma crise dos relacionamentos que sempre foram ruins, e que, por si só, são uma crise na vida de cada um dos parceiros.

Portanto, é preciso cuidado e calma, tanto na hora de casar como na de descasar. Ambas as decisões, tanto de unir a vida à de outra pessoa, como de decretar o fim do relacionamento, devem ser tomadas com menos emoção e mais razão.

Todos sabemos que é difícil raciocinar com lógica, tentando deixar as emoções num nível secundário, quando se está apaixonado(a) ou quando se está com muita raiva, mas é imprescindível que aconteça assim. A maioria dos casamentos e dos divórcios que são decididos pela paixão ou pelo ódio correm um risco enorme de que as pessoas envolvidas se arrependam algum tempo depois. Inclusive, há pesquisas que afirmam esse fato. Então, valem algumas tentativas no momento de reacender a chama! Uma delas é quebrar a rotina. Pense na hipótese de passar um final de semana sozinha (o) com a pessoa amada.

Não precisa ter muito dinheiro sobrando, uma cidadezinha bucólica e pacata, uma estação de águas ou climática, não muito longe de sua casa, ajuda a criar momentos em que o diálogo ficará mais fácil, e haverá mais espaço para o aconchego. Em muitos casos, basta uma mochila, um hotelzinho romântico e a vontade de relembrar os tempos de lua de mel para fazer voltar o brilho aos olhos de quem já se sentiu perdidamente apaixonado (a)...

Outro truque que pode dar certo está bem perto de você. Aliás, dentro de sua casa, em alguma gaveta: é aquele álbum de fotografias, os filmes que foram feitos quando o amor era novinho, a caixa onde você guardou tantas cartas e cartões, carinhos impressos trocados em datas importantes. São lembretes, apenas, mas que sinalizam um amor que, no mínimo, existiu um dia, e ficou marcado. Tire da gaveta as fotos e filmes, e planeje algumas horas em que vocês dois, juntos, brinquem de rever tudo isso. Procurem se lembrar de quando foram tiradas, quanto tempo faz, o que vocês sentiam naqueles momentos. Pode ser que, naqueles dias, vocês tivessem apelidos carinhosos pelos quais se chamavam... Tudo isso pode entrar nessas horas especiais de recordações, é sempre uma tentativa a mais!

Também ajuda muito, para quem quer reavivar o amor, planejar uma noite romântica. Deixe as crianças com a vovó ou uma vizinha/amiga, capriche no visual, prepare-se para seduzir. Surpreenda a pessoa que você escolheu para passar o resto da vida com um jantar romântico, com seu prato e bebida preferidas. Não importa se você é homem ou mulher, ambos têm capacidade para temperar uma noite, fazer algumas horas serem especiais! Arrume a mesa com requinte, sem esquecer que ser romântico não é gastar muito nem parecer artificial. O importante é colocar amor em tudo o que se faz. Uma boa galinhada caipira, servida com amor e bom humor, vale muito mais que o mais caro caviar na mesa em que não há mais qualquer sentimento de ternura.

O dia dos Namorados está aí, bem pertinho. Talvez seja o momento certo de fazer uma avaliação no seu relacionamento com a pessoa amada. Se estiver esfriando, quem sabe esses pequenos truques podem ajudar? É preciso lembrar, sempre, que o amor é chama, e como tal precisa ser reavivado, sempre. Se pensarmos que qualquer sentimento afetivo pode sobreviver longe de sua fonte, ou seja, uma brasa pode estar sempre incandescente mesmo passando anos longe do fogo, corremos o risco de ver cair doente, até morrer, o amor que um dia nos embalou a vida.

domingo, 7 de junho de 2009

Record do Guiness : 25 dedos

Este record pertence a dois jovens:

Pranamya Menaria, nascido na Índia em 2005, tem 12 dedos nas mãos e 13 nos pés; e Devendra Harne, também nascido na Índia mas em 1995, também tem 12 dedos nas mãos e 13 nos pés.


“A polidactilia ou polidatilia é uma anomalia de desenvolvimento que consiste em ter o indivíduo número de quirodáctilos (dedos da mão) ou pododáctilos (dedos do pé) superior ao normal.”



Quer Pranamya quer Devendra sofrem de polidactilia. Esta condição faz com tenham o nome no Guiness.

http://micaman.wordpress.com/tag/record/

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Energias Renovaveis/Não renováveis

Energias Renováveis

A energia renovável é aquela que é obtida de fontes naturais capazes de se regenerar, e portanto virtualmente inesgotáveis, ao contrário dos recursos não-renováveis.

São conhecidas pela imensa quantidade de energia que contêm, e porque são capazes de se regenerar por meios naturais.



Energias Não Renováveis

As fontes de energias não renováveis são as actualmente mais utilizadas.
Os combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) são fortemente poluidores: libertando dióxido de carbono quando queimados, um gás que contribui para o aumento da temperatura da atmosfera; causando chuvas ácidas; poluindo solos e água.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Criança!


Criança, tu és o conforto
Criança, tu és o amor.
Tu, quene ts alegria nos teus olhos
E que aos outros ofereces amizade;
Tu, que caminhas
Sem maus pensamentos
E que amas
Sem rodeios Vem ...!
Vem comigo.
Dá-me a tua mão.
Criança,
Tu és o símbolo
Do amor
Da paz
E da liberdade.
Tu és o fruto
Da inocência
E da pureza.
Criança
Ajuda-nos a construir
Um mundo bom,
Como tu
Estrela brilhante!

Retirado da URL: http://web.educom.pt/paulaperna/dia_mundial_crianca.htm

Dia Mundial da Criança


Após a 2ª Grande Guerra Mundial, as crianças de todo o Mundo enfrentavam grandes dificuldades, a alimentação era deficiente, os cuidados médicos eram escassos.

Os pais não tinham dinheiro, viviam com muitas dificuldades, retiravam os filhos da Escola e punham-nos a trabalhar de sol a sol. Mais de metade das crianças Europeias não sabia ler nem escrever.

Em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres, propôs às Nações Unidas que se comemorasse um dia dedicado a todas as crianças do Mundo.

Os Estados Membros das Nações Unidas, - ONU - reconhecendo que as crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social, necessitam de cuidados e atenções especiais, precisam de ser compreendidas, preparadas e educadas de modo a terem possibilidades de usufruir de um futuro condigno e risonho, propuseram o Dia 1 de Junho, como Dia Mundial da Criança.

Retirado da URL: http://web.educom.pt/paulaperna/dia_mundial_crianca.htm

domingo, 24 de maio de 2009

343 km com apenas 1 litro de gasolina

Protótipo desenvolvido na Faculdade de Engenharia do Porto poderá ser comercializado dentro de um ano.

A Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) desenvolveu um protótipo que percorreu 343 quilómetros com apenas um litro de gasolina. O passo seguinte é torná-lo apto a circular na estrada e ser homologado para fins comerciais.

O Eco-Inegi ganhou o 1.º lugar na categoria de veículos citadinos da European Shell Eco-Marathon, que decorreu no Eurospeedway Lausitz Track, Alemanha. Entre 200 equipas, oriundas de cerca de 20 países, o protótipo construído pela FEUP e Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial distinguiu-se por ser o que percorreu uma distância maior com apenas um litro de combustível, superando, assim, os 291 quilómetros alcançados na competição do ano passado.

Concebido há cinco anos como um projecto pedagógico para os alunos de Engenharia aplicarem os conhecimentos teóricos, este carro experimental registou avanços tecnológicos significativos que permitiram reduzir, ainda mais, os consumos. Neste momento, com 0,3 litros o Eco-Inegi anda uma centena de quilómetros a uma velocidade máxima de 90 km/hora.

Mas, para o Eco-Inegi poder circular na rua, conduzido por um utilizador comum, ainda há um longo percurso a fazer, explica José Esteves, docente da Faculdade de Engenharia do Porto e responsável pelo projecto.

É preciso adaptar este protótipo às exigências de homologação de um carro comercial, o que passa, por exemplo, por estar equipado com um sistema de carroçaria diferente, suspensão, sistema de ventilação e janelas que abram. Outra exigência é criar uma estrutura de apoio técnico e mecânico.

Estas alterações traduzir-se-ão num veículo mais pesado e com consumos mais altos. O que significa que, caso chegue a ser comercializado, o novo Eco-Inegi consumirá cerca de um litro de gasolina aos cem quilómetros. José Esteves estima em dez mil euros o investimento necessário para concretizar um protótipo comerciável , já que 80 a 90% das peças são produzidas na FEUP/INEGI. O preço final ao cliente não deverá, contudo, ultrapassar os três a quatro mil euros, sob pena de não ter capacidade de penetração no mercado.

O objectivo da equipa de 12 pessoas que trabalha neste projecto é apresentar, já na competição do próximo ano, a versão comercial.

Competições como a European Shell Eco-Marathon promovem o desenvolvimento de veículos de baixo consumo enérgico que a indústria automóvel já conhece, mas não tem interesse em fabricar, sublinha aquele especialista. Os carros movidos a electricidade e hidrogénio ou os híbridos são outras soluções ecologicamente mais sustentáveis.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Gyy, um netbook a energia solar

A fabricante espanhola iUnika promete para Junho o Meet Gyy, um ultra-portátil biodegradável, que funciona a energia solar e que pesa apenas 700 gramas. Além de ser “verde”, o Gyy é “livre”, pois corre o sistema operativo Linux.

O computador é fabricado na China, o “software” é desenvolvido em Madrid e vai estar à venda por 130 euros.
O Gyy tem um ecrã de oito polegadas, com uma resolução de 800x480, pesa 700 gramas, tem rato táctil, processador Ingenic de arquitectura Mips de 400MHz, 128 MB de memória RAM (extensível a 512 MB), um disco duro de 1 GB (extensível até 64 GB com cartão SD), três portas USB, conectividade ADSL, Wi-Fi, CDMA e GPRS, 10/100 LAN Ethernet e estará disponível em 12 idiomas.
O netbook vai surgir em quatro versões: simples, solar, equipado com GSM e o modelo GSM solar. Todos os modelos são biodegradáveis.