
Desde que subiu pela última vez ao escalão máximo do futebol português em 1990, a equipa de Barcelos tem se mantido mantido nela, apenas tendo descido uma vez em 1997 e regressado em 1999 à 1ª Liga.
O Gil Vicente nasceu em Maio de 1924, após o nascimento de outros clubes na cidade de Barcelos, tal como o Barcelos Sporting Clube e o União Futebol Clube Barcelense. A ideia de fundar um novo clube para Barcelos surgiu de um grupo de amigos, que se reuniam todas as tardes no Largo do Teatro, situado no centro da cidade. O nome inicial encontrado para a nova equipa de Barcelos foi Gil Vicente Futebol Barcelense, tendo o nome Gil Vicente sido inspirado no teatro com o nome do dramaturgo e poeta português, Gil Vicente, onde se reuniam várias vezes.
As primeiras dificuldades da jovem formação fizeram-se sentir, sobretudo ao nível da necessidade de se encontrar um campo para a prática do futebol. Na altura, a equipa deslocava-se até ao emprestado Campo da Estação, que pertencia a outro clube de Barcelos, o Triunfo Sport Clube. Mas, a 3 de Maio de 1933, frente ao Sporting Clube de Braga, o Gil Vicente estreou-se no primeiro recinto da sua história, o Campo da Granja, com uma capacidade para 5012 espectadores, que mais tarde foi baptizado com o nome de Adelino Ribeiro Novo (nome que se mantém hoje), escolhido em homenagem ao ex-atleta do clube, que faleceu após um choque em campo, num jogo decorrido em 16 de Setembro de 1946.
O Campo da Granja chegou a pertencer ao União Futebol Clube, mas com o seu desaparecimento, os gilistas transferiram-se para as suas instalações, onde permaneceram até à temporada 2003/2004.
Ao contrário da maior parte dos clubes da Liga Sagres, o Gil Vicente experimentou várias cores nos seus equipamentos até chegar ao que usa actualmente. Inicialmente, as camisolas eram de cor vermelha, depois foi escolhido o verde e branco em riscas horizontais, seguiu-se o amarelo e vermelho (em sintonia com as cores da cidade) e depois o azul. Nos últimos anos, o Gil Vicente decidiu alternar as cores das suas camisolas entre o vermelho e o azul.
O clube de Barcelos teve num determinado período da sua história, a particularidade de ser dirigido por sacerdotes e na temporada de 1974/1975, o padre José Maria Furtado, assumiu os destinos do clube numa fase de instabilidade para o Gil
Cristiano
Carlos Ferreira
Sem comentários:
Enviar um comentário